Os nossos trabalhos

Os nossos trabalhos

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Na terra do eiro

Os alunos recolhem palavras terminadas em “eiro” e “eira” , em casa.
Em seguida, numa ficha de registo, os alunos  organizam as palavras em dois grupos, o grupo das palavras compostas por radical e sufixo, e o grupo das palavras que terminam em “eiro” e “eira” , mas que são palavras primitivas, verificando que há palavras derivadas por sufixação.

Os alunos, com as palavras listadas, tentam categorizá-las, justificando. A título de exemplificação será dada uma lista de palavras que obedecem ao critério “recipiente” – açucareiro, saleiro, mealheiro.
Será apresentado aos alunos o poema “A força das palavras” de Luísa Ducla Soares. Os alunos explicam onde se encontra o nonsense do poema e justificam.
No poema, os alunos vão identificar as palavras que terminam com o sufixo “eiro”, sublinhando-o com lápis de cor. Tendo como exemplo o poema e utilizando palavras da lista colectiva, os alunos, em grupos de dois, tentarão compor um poema.

Juntei várias tintas
Estraguei o tinteiro.
Andei de mota
Sonhei ser um motoqueiro.
Encontrei um lindo cristal
numa magnífica cristaleira.

Será que com bombas
Se faz um bombeiro?

4º ano - Centro Escolar de Barroselas
Profª. Teresa Amorim

3º ano - Centro Escolar de Barroselas
Profª. Manuela Barbosa

A girafa


Apresentação do objectivo: escrever para o "Ondas" um texto informativo sobre a girafa
Os alunos preencheram um mapa semântico com os conhecimentos que possuiam e construiram o seu primeiro texto. Concluiram que o texto não tinha informação suficiente e nem qualidade para ser publicado.
Começaram por analisar a macroestrutura de  textos informativos sobre outros  animais. Consultam mapas e esquemas já explorados na disciplina de Estudo do Meio.
 
Apresentaram aos colegas o tipo de informação recolhida, no texto em estudo, e como esta se articulou - macroestrutura do texto informativo.
 
Procuraram informação sobre a girafa em diversos textos e diferentes suportes. Com toda esta informação,  completaram o mapa semântico - cada cor significa uma fonte de informação diferente.
Com a informação recolhida construíram o texto.

3º ano
EB1 da Avenida
Profª. Chantal Ribeiro

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O ciclo da escrita - As cartas



Utilizando como instrumento facilitador “As cartas”, os alunos constroem histórias.
Dispõem as cartas e retiram à sorte uma carta de cada baralho;
Exploram as cartas construindo redes semânticas – podem-se colocar questões a fim de esclarecer, aumentar ou hierarquizar as palavras encontradas;
Descrevem as personagens e os espaços;
Com as cartas sorteadas, constroem uma história oralmente. Definem as suas linhas gerais e constroem-na registando no quadro. Lêem o texto e fazem as devidas correcções com ajuda da professora;
Passam o texto para uma folha limpa a caneta e/ou computador tendo em conta os aspectos gráfico; Sempre que oportuno, far-se-á uma reflexão metalinguística (na produção de texto, estas são pertinentes mas não essenciais)
A história é publicada no blogue. E aqui está ela...


A missão da menina
No tempo em que as galinhas tinham dentes havia uma menina muito corajosa, aventureira e generosa que vivia num castelo abandonado de uma aldeia muito, muito pobre.
Um dia, encontrou na torre um pergaminho muito antigo que falava de um tesouro precioso que ajudaria o Povo da sua aldeia. Então resolveu partir para a Antárctida em busca daquela riqueza.
Passadas três semanas, de uma complicada viagem, a menina chegou a uma gruta cuja entrada era em forma de uma boca de monstro de gelo. Ela entrou, todavia lá dentro havia um dragão com sete cabeças, assustador que cuspia fogo e não a deixou continuar a sua busca.
A menina fugiu da gruta à procura de ajuda. Então ouviu o barulho de um helicóptero que andava a vigiar aquela zona tão perigosa.
Quando as pessoas viram o fumo, desceram por uma grande escada e foram ajudar a apagar o fogo.
Todos juntos venceram o dragão das sete cabeças.
Finalmente, a menina foi ao fundo da gruta e encontrou o tesouro. Ela pediu auxílio às mesmas pessoas e carregaram tão grande riqueza.
Regressou à sua aldeia e repartiu tudo com os habitantes.
Devemos ajudar os necessitados.
Vamos embora que amanhã há mais…

4º ano - EB1 Areosa
Prof. Zita Pereira

Desafio

Sabes escrever um texto "à maneira de"?


- Serás capaz de construir um texto-poema, como este, mais divertido e respeitando a forma?

Eu como rebuçados
Tu comes rebuçados
Ele come rebuçados
Nós ficámos com os dentes cariados
E com cara de malcriados

quarta-feira, 17 de março de 2010

Tangran

Os alunos observam o título "Construção - Tangram" colocado no quadro e inferem sobre o tipo de texto que  poderá estar subjacente (o que é uma construção; o que é necessário existir para se fazer uma construção; o que vão construir);

A segunda parte do texto, também no quadro, será colocada (os materiais necessários) e os alunos serão questionados  acerca do material, do tipo e número de peças que compõe o Tangran,...
Por fim, os alunos recebem o texto completo, do qual faz parte, para além do título e material necessário,  as instruções para a construção do Tangram, assim como as figuras que complementam as instruções e apoiam a construção;
Antes de realizarem a leitura individual do texto, será entregue aos alunos uma ficha de autoverificação de leitura, da qual será preenchida o parâmetro “Antes da leitura”.
Seguidamente, distribui-se o material necessário à construção do Tangram (folha A4 colorida e tesoura);
Antes de se iniciar a tarefa propriamente dita, pede-se aos alunos que tenham em conta que estão perante um texto instrucional e que este tem um objectivo bem específico de leitura - ler para fazer - por tal facto há regras que devem cumprir: ler as instruções de preparação, com muita atenção, nunca  passar à fase seguinte sem que ter concluído a  anterior, quando houver dúvidas numa etapa deve-se ler a etapa em questão novamente e, por fim, avaliar a leitura pela execução da tarefa com exito;
No fim da construção do tangran, os alunos reflectiram sobre o que correu bem e o que correu menos bem, justificando e dando sugestões para melhorar;
Com o tangran feito, os alunos inferem sobre a sua utilidade;
Fazem a segunda parte da ficha de autoavariguação de leitura;
Ouvem, na voz da professora, uma lenda sobre a origem do Tangram;


Os alunos comparam os dois textos lidos - instrucional e narrativo - e identificam as principais características de cada um (tempos verbais, ausência/presença de adjectivos....)


4º ano - Profª. Teresa Amorim
Centro Escolar de Barroselas

O Cuquedo

  


Depois de ouvirem a história do Cuquedo e de a recontarem, os alunos são desafiados a imaginar o Cuquedo  a partir de quatro questões orientadoras;

Com este mapa semântico organizado, os alunos, colectivamente constroem um texto sobre o Cuquedo;


Os alunos recorrem constantemente ao mapa semântico construído (colocado ao lado na página para facilitar a apreensão do hábito de consulta);
Com ajuda da professora, é pedido aos alunos que não utilizemsempre o nome da personagem fazendo a sua substituição pelo pronome;
Pede-se que façam uma apreciação critica da personagem em estudo;
Ilustram.

1º ano - Profª. Maria João Silva
EB1 da Areosa

A gibra


Os alunos expõem os animais inventados, explicando o processo adoptado e lêem o mapa semântico construído para cada animal;

A partir do mapa semântico de um animal previamente sorteado,neste caso foi a gibra, os alunos dialogam sobre o mesmo: como é , como se desloca, ….;
São desafiados a construir um pequeno texto; a nível colectivo, sobre o animal em estudo, respeitando a estrutura do texto informativo: introdução do texto com uma breve apresentação do animal, desenvolvimento seguindo o mapa e conclusão fazendo uma apreciação;
Escrevem o texto no quadro com ajuda da professora, consultando o mapa semântico;
Registam no caderno e ilustram.
1º ano
Centro Escolar de Barroselas
Filomena Pires